dançar no caos


Desgrenhada, era assim que via a vida.
Era também o que o espelho devolvia: um subtil desalinho que a coloria.
Havia dias de joelhos no chão, outros de cabeça erguida, sem máscaras.
Havia um orgulho nesse ar de quem enfrenta, a nu, o que aí vem,
como se todos os ritmos coubessem no corpo;
Como se o caos fosse pista de dança.

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